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segunda-feira, 11 de março de 2024

Emuladores x Pirataria

O assunto “pirataria de software”, principalmente para os adeptos do uso de emuladores, é recorrente, mas não só para eles. Na semana que escrevo este singelo artigo, ao sexto dia, do mês de março, do ano de 2024 (06/03/2024), a Nintendo conseguiu mais uma vitória contra um desenvolvedor de emulador, jogando seus cães de guerra (departamento jurídico) sobre o coitado. O Yuzu, um emulador de Nintendo Switch, foi obliterado pela poderosa Nintendo, sempre zelosa em proteger suas marcas e propriedades. Não posso tirar, de modo algum, toda a razão da Nintendo, mas será que é necessário atuar de forma tão incisiva nessas questões?  Será que não há um meio termo. Afinal você precisa considerar que o cara construiu um emulador funcional de um console poderoso. Isso implica muito conhecimento que a própria Nintendo poderia aproveitar.

Essa ação toda trouxe à tona, novamente,  a discussão sobre pirataria de software. Esse assunto ainda é um problema de grandes proporções e traz muitos prejuízos a empresas que investem grandes somas de dinheiro para criar jogos eletrônicos ou, mesmo, softwares para todo tipo de uso em nossos computadores e celulares, de modo a facilitar nossa vida. Entretanto, quando o assunto é emuladores o assunto fica nebuloso. Afinal, a emulação tem um fator muito mais nostálgico e envolve software, em sua grande maioria, desenvolvido décadas atrás. A maioria dos interessados em emuladores (e é nesse grupo que me incluo) tem interesse em resgatar jogos e sensações de uma época de sua infância e/ou adolescência. Como ter acesso àquele joguinho obscuro que você passava algumas horas jogando naquele bar grudento ou um fliperama mega barulhento? Dependendo da idade do jogo, eu diria que é quase impossível.

Pois bem, no caso do emulador do Switch, ele conseguia contornar camadas de proteção para permitir que o usuário pudesse jogar. Também permitia que você emulasse uma plataforma em pleno funcionamento, com equipamentos e jogos amplamente disponíveis, mesmo no Brasil. A legislação norte-americana, onde o processo foi aberto, é bem categórica sobre isso, dizendo que burlar os métodos de segurança constitui, sim, pirataria de software. Por fim, o responsável pelo Yuzu, orientado pelo seu advogado, cedeu e fez um acordo com a big N. O outro emulador em que ele trabalhava, o Citra, que emula o portátil 3DS, também entrou no acordo. Ele vai pagar uma grana para a Nintendo a título de compensação, os códigos fontes não podem mais ser divulgados e, provavelmente, devem até ser destruídos (o que acredito que nunca vá acontecer) e os domínios dos site serão repassados para a Nintendo. Alvo marcado e destruído. Nada de emulador de Switch por enquanto (não fale para ninguém, mas tem outro em pleno desenvolvimento). Mas duvido que ele não ressuscite daqui a alguns anos,  depois que a plataforma for descontinuada. Quem viver, verá.

Só que surgem diversos outros dilemas nesse assunto. E aquele joguinho de Atari 2600? E aquele jogo lançado para Philips Odyssey somente no Brasil, no final da sua curta vida e que poucas cópias físicas existem, que você jogou quando era um infante e tem lembranças maravilhosas? Como ter acesso a um jogo como esse sem ir à falência? 

Pois é. É aí que a mágica dos emuladores acontece. A solução ideal é comprar o console e o cartucho do jogo e, pode acreditar, a sensação de jogar na plataforma original nenhum emulador conseguirá equiparar. Entretanto, dependendo da raridade do jogo e do console ou da máquina de arcade, isso pode ser um tanto quanto caro. Convenhamos. Ter um console antigo pronto para jogar em casa é um luxo. É um passatempo caro. Videogames são produtos eletrônicos onde muitos já passam dos 40 anos de existência. Os controles raramente sobrevivem a essa passagem do tempo e, não raro, todo o conjunto precisa de uma boa manutenção que depende de profissionais altamente especializados e que, em geral, também são apaixonados por jogos antigos. Aqui mesmo onde eu moro, uma capital de estado no sul do país, é bem difícil encontrar alguém disposto a mexer em um console velho ou em uma TV de tubo gigantesca. Nem vou entrar na discussão de que você também precisa ter espaço disponível em sua casa para seus consoles old-school, além de uma boa TV de tubo. Ah, sim! Dinheiro, principalmente para os jogos. Jogos esses, aliás, que subiram de preço absurdamente durante e depois da pandemia do coronavírus. Agora, se sua lembrança é com aquele jogaço de fliperama, você vai ter problemas ainda maiores, literalmente. Além da aventura em encontrar a máquina com o gabinete original com tudo dentro (nem vou exigir que esteja funcionando), você vai precisar de muito espaço em casa e uma boa conta bancária.

Ainda é preciso encarar uma realidade da qual muitos retrogamers não querem nem ouvir falar. Mesmo consertado e funcionando, não sabemos quanto tempo os chips de memória em que esses jogos estão gravados ainda durarão. Equipamentos eletrônicos não são eternos e, considerando que muitos desses cartuchos e placas de jogos estão em combate há mais de 40 anos, não podemos esperar que durem outros 40 anos. Guardá-los sem uso também não é uma solução. Esses mesmos componentes eletrônicos se deterioram ainda mais rápido se não forem usados. Ah, e não adianta dar uma ligadinha todo o mês. É preciso ligar e deixá-lo atingir a temperatura ideal de uso. Uma vez por mês por pelo menos um hora é meio que consenso entre colecionadores aficionados. Nem todo mundo tem tempo ou espaço ou paciência para isso. E é esse espaço que os emuladores surgiram para preencher.

Eu sei que existem maneiras legais de se jogar muitos desses jogos antigos como é o caso do Evercade, que é uma plataforma sensacional. Só que o Evercade é caro e um tanto quanto complicado de trazer para o Brasil, limitando o acesso da maioria dos gamers das antigas. Ele tem muita coisa disponível, mas não tudo. A Blaze Entertainment Ltd., empresa por trás do aparelho, só trabalha com jogos licenciados e é aí que reside um dos grandes problemas nesse tipo de iniciativa:  os direitos autorais. A Blaze faz acordo com os donos desses direitos e re-publica os jogos adaptando-os, inclusive, para rodar nas TVs modernas. O problema é que muitos jogos estão literalmente perdidos. Ninguém sabe onde ou com quem os direitos autorais estão. Muitas software houses faliram ou simplesmente fecharam as portas nesse tempo todo. Muitos códigos fonte de jogos foram perdidos e vendidos e trocados e sabe-se lá mais o que. Como resgatar isso? Como recuperar esses jogos?

Durante os anos que se passaram, um grande grupo de entusiastas tem feito o que se chama de DUMP. Pegaram os cartuchos ou memórias ROM dessas placas de jogos e, usando um equipamento especial, copiaram seu conteúdo para arquivos, armazenados em computadores que nós chamamos de ROMs de jogos. Essas ROMs se espalharam primeiramente entre esses entusiastas e com o advento da internet, se espalharam por todos os cantos do mundo. Através de uma busca simples é fácil encontrar os jogos de praticamente qualquer console ou máquina arcade antiga. Mesmo que a Nintendo se enveredasse na tentativa de destruir tudo, jamais conseguiria. E olha que ela já tentou. Pergunte ao pessoal do site EmuParadise.

Porém, copiar esses jogos (essas ROMs), e usar no seu computador é pirataria? Aí é que está. A resposta é: depende.

A lei, pelo menos a norte-americana e europeia, diz que você pode ter cópia do software que você adquiriu legalmente, desde que seja para resguardar o valor que você investiu nesse software. Ou seja, você pode ter um ou mais backups desde que não compartilhe com ninguém. Então, em tese, se eu tenho o cartucho de um jogo de videogame, mesmo recente, e tiver a tal maquininha para extrair os dados da ROM do cartucho, eu posso. A lei entra em um limbo quando você tem o cartucho, mas faz o download da ROM da internet. Eu enxergo como ilegal, mas eu não sou advogado e mesmo os juristas não se entendem sobre isso.

Outro movimento que defende essa cópia digital de jogos é o de preservação deles. Há defensores ferrenhos disso e eu me incluo nisso. É como eu falei anteriormente. Em um determinado momento, nem os consoles, nem os cartuchos e nem os CDs desses jogos funcionarão mais. Quando isso ocorre, o que estava naquele chip de memória fica irremediavelmente perdido. Resgatar os dados de um componente desses é praticamente inviável.  Não esqueçamos que muitos dos códigos fonte de muitos desses jogos se perderam com o passar dos anos, assim como os equipamentos e softwares necessários para compilá-los e transformá-los em um novo cartucho. A solução mais simples encontrada foi fazer cópias dos dados contidos nesses cartuchos enquanto ainda isso ainda é possível. Esse movimento, com certeza, não deixa os proprietários dos copyrights dos jogos nem um pouco felizes, entretanto, aqui, entramos em outro assunto bem controverso.

Vamos descartar jogos mais recentes. Nesse ensaio e para esse quesito, somente jogos de consoles antigos e fora de linha a pelo menos 15 anos podem se valer do que falarei a seguir. Afinal, quando falamos de jogos antigos, estamos falando de softwares em que o dinheiro investido neles já foi todo amortizado. Talvez o jogo ET, para Atari 2600 não seja um caso, mas isso é outro assunto. Entretanto, quanto um jogo de sucesso para, por exemplo do Atari 2600, como River Raid, ainda pode render? Que público ele quer atingir? É lógico que, para a Activision, isso é sua propriedade intelectual, que eles ainda licenciam para lançamentos de versões retro do console Atari ou até mesmo compilações para consoles mais novos, ganhando mais uns trocados (que nem deve ser tão pouco assim).  Só que esses valores não devem chegar nem perto dos valores alcançados no lançamento original desse jogo exemplo, no natal de 1982 e auge da febre Atari. Quem busca um jogo como River Raid atualmente, em sua grande maioria, está procurando matar saudades. Não pense que um garoto de 15 anos em pleno 2024 está realmente interessado na compra de um jogo desses, com o objetivo de fazer o maior placar possível. Ele pode jogar e se divertir por um breve momento de curiosidade, mas um jogo antigo como esse do exemplo que dei, nunca terá o mesmo apelo que tem para um marmanjo que teve a oportunidade de botar suas mãos no cartucho na longínqua década de 1980. Então, até entendo que essas empresas achem que podem ganhar ainda mais grana com um jogo de 40 anos, mas eles estão errados. Todos deveriam olhar para isso como algo a ser resguardado e cuidado, não como um produto do qual ainda se pode espremer mais algum lucro. Não estou falando de usar a marca e criar um novo jogo.

E por último, mas não menos importante é o tempo. Sim, o tempo. A janela dos nostálgicos dispostos a pagar para jogar essas velharias está se fechando. Uma criança que tinha 10 anos de idade em 1984, o auge do Atari no Brasil, por exemplo, tem 50 anos em 2024. Uma criança que conheceu videogames a partir do Playstation já está na casa dos 40 anos em 2024. As empresas desejosas de espremer mais algumas moedas de seus antigos jogos ainda tem mais uns 20 ou trinta anos para fazê-lo. Por isso iniciativas como museus de videogames ou de armazenagem desses arquivos de jogos antigos são muito importantes. Em alguns anos, a maioria desses jogos antigos será mera curiosidade e, se não os preservamos ou chegarmos a um acordo, serão meras imagens estáticas em sites e livros. Claro que nenhum gamer apaixonado quer que isso ocorra. A pirataria é, sim, um mal a ser combatido nesse mercado, entretanto está na hora de todos olharem para a mesma direção e focar no que é realmente pirataria e o que precisa ser devidamente preservado. Não esqueça que o super atual e tecnológico jogo de hoje, também será peça de museu em 20 ou 30 anos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

I`m back

 

Foto do comediante Danny Kaye em pé à frente de Bertie The Brain na exposição nacional canadense em 1950.
Após um longo período longe do meu BLOG estou voltando!

Tenho trabalhado bastante em uma ideia que me persegue a anos. Como os videogames tornaram-se algo tão presente em nossas vidas?  Já parou para pensar nisso?

Quando você liga seu possante PlayStation 5 ou XBOX Series X nem te passa pela cabeça o longo caminho que foi percorrido para que máquinas tão potentes fossem usadas para seu entretenimento em sua própria casa.

Você nem mesmo para para pensar que a minúscula peça que permite que esse videogame funcione, o microprocessador, é absurdamente recente e só passou a existir de fato no inicio da década de 1970! 

É nisso que tenho trabalhado em um livro sobre a História dos Videogames, desde sua pré-história, quando os primeiros jogos começaram a aparecer em computadores que eram maiores do que casas, lá nos longínquos anos  1930/1940 até o momento atual, quando estamos assistindo o nascimento da chamada 9a. geração de videogames e seus jogos ultra realistas.

Aos poucos postarei relatos sobre o andamento do livro e histórias impressionantes de pessoas incríveis que ajudaram a criar o fabuloso mundo dos videogames!


quarta-feira, 22 de março de 2017

TecToy Lança Atari no Brasil

Não, não estamos na década de 80, novamente!  É que a TecToy está lançando o Atari Flashback 7 no Brasil. E não, não é o mesmo Atari VCS 2600. Essa é uma versão do mesmo tipo que a Nintendo lançou do NES, o mini.
 

O Atari Flashback 7, como você deve ter notado, já é a sétima edição desse mini console. Ele vem com 101 jogos na memória, dois controles no estilo clássico do Atari 2600, com fio, e saída de vídeo RCA – nada de hdmi aqui, também - ,não tem entrada para cartuchos e tenta imitar o visual do 2600 de frente de madeira.
É uma opção interessante para quem anda jogando Atari só no emulador e gostaria de curtir uma jogatina mais próxima do que era no console de mesa. Ele vai te dar uma sensação nostálgica parecida com a do console clássico e sem você precisar desenterrar uma TV de tubo.


Mas, nem tudo são flores. A começar pelo preço. No site da TecToy o Atari Flashback 7 está sendo vendido por R$ 499,00 a prazo ou R$ 474,05 a vista no boleto. Mais caro que a nova versão do Mega Drive que sai por R$ 399,00.
Outro detalhe está na lista de jogos. Isso pode passar desapercebido para um gamer mais novo, mas, há ausências significativas de grandes clássicos do Atari 2600 como Seaquest, River Raid, Megamania, Enduro, Pitfall, H.E.R.O. e Frostbite. Todos da Activision, por sinal, e todos jogos que te fariam comprar o console. Afinal, os melhores jogos do Atari são os da época da Activision.
Pode não parecer, mas esses jogos são ausências importantes em um videogame de R$ 499,00. Afinal de contas, o que te faz comprar um console, são os jogos que ele tem na sua biblioteca. E os jogos bons. E deixar de lado jogos da fase mais importante do Atari é erro bem grande. Se o console ainda tivesse a entrada de cartuchos, isso até seria um problema contornável.
Alias, dois dos jogos que citei acima já estiveram em uma outra versão do Atari Flashback. Pitfall e River Raid fizeram parte da biblioteca de games que vieram no Atari Flashback 2, lançado em 2005 e que não foi lançado no Brasil. Atualmente essa versão 2 custa os olhos da cara em qualquer site de vendas on-line, além de ser muito difícil de encontrar.
Mesmo assim, o Atari Flashback 7 não deixa de ser um lançamento interessante no Brasil, uma vez que o público retrogamer por aqui é grande e sedento de novidades e quase sempre somos esquecidos pelo resto do mundo, aonde a versões mini, como esta, do Colecovision e Intellivision, também. Nesse ponto a TecToy merece os parabéns pela iniciativa e todo nosso apoio para que continue a fazer novos lançamentos como esse.

sábado, 8 de setembro de 2012

Evolução dos Jogos de Futebol

O site UOL Jogos montou um slide show com imagens da evolução dos jogos de futebol. Desde o Atari 2600 até os poderosíssimos Playstation 3 e XBOX 360. Clique AQUI e confira!

sábado, 25 de agosto de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pixel Art–A arte no estilo dos antigos videogames

Quem poderia imaginar que aqueles gráficos dos primeiros videogames iriam se tornar uma forma de arte? Pois é, o site 8 Beats faz exatamente isso. Criado pelo designer Thiago Krening, mostra seu trabalho na ”pixel art”.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Google Maps para Consoles de 8 bits

Como já é tradição, o Google fez sua brincadeira de 1o. de abril. E olha como eles levam o negócio a sério. Fizeram um vídeo profissional demonstrando o novo cartucho para o console de 8 bits da Nintendo, o NES ou Famicom, com direito a assopradinha para limpar os contatos, com uma versão de 8 bits do Google Maps. Só vendo para acreditar!

Google Maps para Nintendo de 8 bits

segunda-feira, 26 de março de 2012

Revista Ação Games

Quem tem mais de 30 anos e gostava de videogames, com certeza, em algum momento, comprou uma revista Ação Games. Na época não havia internet e conseguir informações sobre os lançamentos e, principalmente, como passar uma ou outra fase, era só trocando idéias com o pessoal da escola. Só que nem todo mundo tinha videogame o dificultava bastante conseguir alguma informação. Foi nessa época, 1989, mais ou menos, que surgiu a revista que marcou um geração. Veja esse especial da TV UOL sobre os bastidores da revista. Muito bacana e vai fazer você se lembrar do seus tempos de meninice!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tire a Poeira dos Cartuchos Antigos

Já viu o RETRODE? Pois é, eu também não conhecia esse gadget! E ele é capaz de algo muito legal! O Retrode é ligado via USB ao seu PC e permite que que você jogue qualquer jogo do Mega Drive ou do Super Nintendo no seu computador. É só encaixar o cartucho e pronto!

O problema é o preço: € 59 pelo aparelho, mais frete e mais os cartuchos que você terá que comprar, caso não os tenha. Mesmo assim é mais uma opção para quem quer curtir seu antigos games.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Abobo´s Big Adventure

O que acontece se você pegar um dos vilões do jogo Double Dragon, diversos personagens do universo de games do NES e fase famosas desses jogos? “Abobo’s Big Adventure” é a resposta! Pegando o personagem Abobo, do jogo Double Dragon, o time do projeto pinçou fases e personagens que fizeram a alegria de muita gente na época do NES 8 bits. O jogos é uma paródia, mas também, um tributo a todos esses jogos. É muito legal jogar e ir lembrando desse ou daquele personagem ou fase. Vale uma espiada!

Clique aqui para jogar Abobo’s Big Adventure!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Jogue Atari no Kindle Fire

O mercado da nostalgia vai de vento em popa!

Interessante notar que somente agora as grandes companias de jogos estão descobrindo o potencial de relançar seus antigos jogos. Quem acompanha o mundo dos emuladores a alguns anos, já sabe que há uma procura imensa por esses jogos, mas tudo de maneira não oficial. Agora a Atari resolveu entrar de vez no jogo e lançou para o Kindle Fire uma versão do seu Atari's Greatest Hits. Esse aplicativo já é um sucesso no iPad e no Android, com  mais de 3,5 milhões de downloads na iTunes Store.

FONTE Atari

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Tetris para Mega Drive

Um colecionador colocou a venda um raríssimo cartucho do jogo Tetris. O detalhe é que é uma versão do Tetris para o Mega Dirve, jogo que nunca foi lançado, pois a Nintendo conseguiu os direitos exclusivos (há um documentário que conta essa história incrível) e a Sega, e outras empresas, foram obrigadas a destruir todos os , cartuchos já produzidos. Entretanto, alguns cartuchos acabaram escapando.

tetrisebay

Estima-se que existam cerca de 10 cartuchos como esse. O detalhe é que esse cartucho colocado a venda, está autografado por Alexey Pajitnov, criador do jogo Tetris. O valor de venda colocado no e-bay é de um milhão de dólares. Alguém se habilita?

Há! Só para você saber. O vendedor pagou cerca de onze mil euros pelo cartucho, a uns quatro anos!

domingo, 10 de julho de 2011

Space Invaders vai virar filme

A crise de ideias em Hollywood parece estar cada vez pior!

Lorenzo di Bonaventura, produtor das franquias Transformers e G.I. Joe, e Gigi Pritzker, da Odd Lot Entertainment, adquiriram os direitos para transformar esse clássico em filme. Agora estão atrás de roteirista para tentar conseguir transformar Space Invaders em algo que possa ser chamado de longa metragem.

Para quem não lembra, Space Invaders é um jogo em que se controla um canhão, que deve destruir os aliens que se aproximam. Você pode jogá-lo clicando AQUI.

Sinceramente, acho que tem certas coisas que devem ficar aonde estão. Space Invaders é um jogos do passado, com uma velocidade, temática e jogabilidade de uma outra época. Como algo assim pode ser transformado em um filme de ação  do século XXI? Bom…quem viver, verá!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Videogame NES em um Cartucho

Sabe o que é essa imagem aí de cima? É um videogame NES de 8 bits montado dentro de um cartucho de Super Mario Bros. E funciona normalmente! Veja o vídeo a seguir:

NES, montado dentro de um cartucho antigo, funcionando!

Gostou? O cara que teve e executou a idéia, identifica-se apenas como dany32412, postou as instruções em um site muito legal, chamado Instructables. Nesse site há um  monte de outras ideias legais. Se quiser ir direto para as instruções de como construir um videogame NES dentro da carcaça de um cartucho que você não usa mais, clique AQUI.

terça-feira, 15 de março de 2011

A Trajetória do Criador da Atari

Reportagem da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios sobre Nolan Bushnell, o fundador da Atari e o maior responsável por você ter um videogame na sua casa.

Clique aqui para ler a reportagem!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

FlightGear - Simulador de Vôo

FlightGear é um simulador de vôo gratuito. Seu desenvolvimento é feito por uma comunidade bem atuante. Além do simulador, você pode baixar terrenos do planeta inteiro e uma infinidade de aviões. Uma novidade da versão 2.0.0 é que o programa também simula veículos terrestres.
Você pode baixar o simulador aqui ou pedir o CD completo aqui.



Para ver mais imagens clique aqui.
No site Youtube tem diversos vídeos e tutoriais de como usar o FlightGear. Seguem alguns para você ter uma idéia do que esse simulador é capaz!
Simulação do helicóptero Chinook
Simulação de Vôo sobre Cidade
Simulação de um Jeep

Para mais informação acesso o site oficial do FlightGear!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cruzada NES

Um dos blogs mais legais da internet é o Gaga Games. Eles estão fazendo uma série de posts chamados de “Cruzada NES”. O objetivo é jogar TODOS os jogos produzidos para o Nintendo Entertainment System de 8 bits. Vale a pena acompanhar. Acesse Gagá Games e mate as saudades!

domingo, 23 de maio de 2010

Pac-Man faz 30 anos!


Surgia, no distante dia de 22 de maio de 1980, um jogo que marcou época. Criado pela desenvolvedora japonesa Namco, surgia o jogo Pac-Man. Como toda grande idéia, Pac-Man é muito simples, dispensa maiores instruções e é capaz de viciar qualquer um. Originalmente, Pac-Man foi lançada em máquinas arcade (popularmente conhecido no Brasil como máquinas de fliperama), mas com o crescente mercado de videogames que surgia no inicio da década de 1980, Pac-Man foi rapidamente convertido para o mais famoso console da época: o Atari 2600. Claro que não foi a única conversão, mas, provavelmente é a mais lembrada, já que esteve presente na casa de muita gente. Pac-man foi convertido, e continua sendo convertido até hoje, para uma dezena de plataformas como MSX, Intellivision, Commodore 64, NES, entre tantos outros. Para o aniversário do Pac-man a Namco preparou um site muito legal. Clique AQUI para entrar nele e
re-lembrar (ou conhecer) um dos maiores ícones do mercado de videogames.

Folder das máquinas arcades do Pac-Man, distribuidas pela Midway, nos Estados Unidos.


Imagem da versão arcade do Pac-Man.



Imagem da versão para Atari 2600.



Pac-man para Intellivision.



Versão do Pac-Man para Commodore 64.